domingo, 18 de novembro de 2007

Aah, o verão

Se o cara que inventou a Skol tivesse inventado o verão, ele não seria assim




Seria assim




As férias de verão sempre foram um período celebrado no cinema, seja de forma inesperada como em Tubarão ou comédias “sessão da tarde”. O que há de mágico nesse período de três meses onde os adolescentes não têm absolutamente nada para fazer a não ser explorar uma cidade parada no tempo, serem atacados por zumbis ou salvarem Townsville do Macaco Louco? Bem, Tamsim e Mona parecem ter achado algo bem interessante, ou não, para fazer.

Estava eu na casa de minhas primas quando uma delas está assistindo filmes na tv paga, cujo filme se intitula “Meu Amor de Verão”. Até aí tudo bem, pensei que eram uma colônia de férias qualquer com muitos guris saltitantes a aprontar de montão como diria meu amigo narrador de anúncios da sessão da tarde, aliás, alguém já viu a cara dele? Sentei e comecei a ver o filme também, no principio duas amigas muito felizinhas vão a cachoeira tomar banho, depois o bicho pega meu amigo. Toca pra frente que tu entende, vai um resuminho. A lá Brokeback Mountain.
Mona é residente de uma cidade do interior, mora em um pub cujo irmão Phil, ex-presidiário e recém convertido à igreja evangélica, acaba de transformar em um centro de adoração. Tamsim aparece, linda, uma mistura de Maria Fernanda Cândido e Robin Tunney, em um cavalo branco (ISSO É LINGUAGEM FIGURADA! E não, não é o Gerojão) para resgatar Mona do marasmo do lugar, mesmo que seja apenas durante as férias de verão.
Tudo bem, não é lá uma coisa tão interessante as férias de verão de duas amiguinhas. E eu nem sei porque eu to resenhando um filme que eu nem vi o começo nem o final. Só vi a hora que o bicho pega/A parte boa/ O ápice do filme escolham o termo que quiserem. Mona e Tamsim se apaixonam, rola geral. Sexo, drogas e LAMBADA! Sim amigos, elas dançam lambada BRASILEIRA! Além de tudo ainda tem a brincadeira do copo. Já viu um dos clipes da Pitty que eles ficam com um copinho de azeitona vazio empurrando com o dedo? Além das cenas “velcro”, onde as gurias se grudam e não soltam mais, os milhões de cigarros... Bem, como eu não vi o começo nem o fim, não entendi a mensagem do filme, só sei que as garotas gostam muito de Sexo, Drogas, Lambada e mulheres. O filme do Pelé deve ser melhor que isso, não é uma coisa tão interessante ver um romancezinho lésbico de garotinhas de 17 anos de idade e aposto que o irmãozinho religioso de uma delas não ficou nada satisfeito em saber que a irmã gosta da mesma fruta e é uma pecadora de primeira, mas se Deus é Brasileiro, senta o dedo nessa porr*.